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	<title>Laila Gomes Advogados</title>
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	<description>Escritório Laila Gomes Advogados</description>
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		<title>O FIADOR PODE TER O BEM DE FAMÍLIA PENHORADO PARA PAGAR DÍVIDA DE DECORRENTE DE CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL RESIDENCIAL E COMERCIAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 12:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; A fiança ainda é uma das garantias mais utilizadas nos contratos de aluguel, apesar de existirem outros tipos, como caução e seguro fiança. A modalidade de garantia fiança é exercida por meio de um fiador, que se compromete a realizar o pagamento dos alugueis com os seus próprios bens, caso o locatário não cumpra [&#8230;]]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>A fiança ainda é uma das garantias mais utilizadas nos contratos de aluguel, apesar de existirem outros tipos, como caução e seguro fiança.</p>
<p>A modalidade de garantia fiança é exercida por meio de um fiador, que se compromete a realizar o pagamento dos alugueis com os seus próprios bens, caso o locatário não cumpra com as suas obrigações.</p>
<p>A Lei nº 8009/1990 que dispõe sobrea impenhorabilidade do bem de família traz como uma das exceções a impenhorabilidade a obrigação decorrente de fiança em contrato de locação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Art. 3º A impenhorabilidade é oponível em qualquer processo de execução civil, fiscal, previdenciária, trabalhista ou de       outra natureza, salvo se movido:</strong></p>
<p><strong>(&#8230;)</strong></p>
<p><strong>VII &#8211; por obrigação decorrente de fiança concedida em contrato de locação.”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns juristas alegavam a inconstitucionalidade do referido inciso, pois violaria princípios como a dignidade humana, direito à moradia e a obrigação do Estado de proteger a família.</p>
<p>Após diversos recursos sobre o tema, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu no julgamento do recurso RE 605.709 (tema 295) que o bem do fiador, em contrato de locação residencial, mesmo sendo bem de família, pode ser penhorado para pagar a dívida do contrato de locação.</p>
<p>O recurso referia-se à impenhorabilidade do bem de família do fiador nas contratos de locação de imóveis residenciais e não abrangia contratos de locação de imóveis comerciais. Por essas razões, o Supremo Tribunal Federal (STF) conheceu a admissibilidade do recurso RE 1307334 (tema 1.127) e sua repercussão geral para conhecer a constitucionalidade da penhorabilidade do bem de família do fiador nos contratos de locação comercial.</p>
<p>O fiador ao ser convidado pelo locatário para assumir o encargo deve analisar o contrato de locação e as condições do locatário de cumprir com as suas obrigações contratuais, pois todo o seu patrimônio pode ser usado para ressarcir o locador pela inadimplência do locatário, incluindo o seu único imóvel de moradia, que terá afastada a impenhorabilidade conforme previsto no art. 3º, inciso VII da Lei nº 8009/1990.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>STF derruba honorários de sucumbência em caso de justiça gratuita</title>
		<link>https://lailagomesadvogados.com.br/stf-derruba-honorarios-de-sucumbencia-em-caso-de-justica-gratuita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 00:19:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[beneficiario]]></category>
		<category><![CDATA[corte]]></category>
		<category><![CDATA[honorarios]]></category>
		<category><![CDATA[justiça do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[laila gomes]]></category>
		<category><![CDATA[migalhas]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://img2.migalhas.com.br/_MEDPROC_/https__img.migalhas.com.br__SL__gf_base__SL__empresas__SL__MIGA__SL__imagens__SL__2021__SL__10__SL__20__SL__2aa7fe1e-e440-4076-96f6-c56f0ae5adfb.jpg._PROC_CP65.jpg" alt="(Imagem: Eduardo Matysiak | Futura Press | Folhapress)" /></figure>
<p>Nesta quarta-feira, 20, o plenário do STF decidiu que são inconstitucionais dispositivos da reforma trabalhista, que fixam o pagamento de honorários periciais e sucumbenciais pela parte derrotada, mesmo que ela seja beneficiária da justiça gratuita.</p>
<p>O colegiado, no entanto, manteve a validade do pagamento de custas pelo beneficiário que faltar injustificadamente à audiência inicial.</p>
<p>A ação foi proposta em 2017 pelo então PGR Rodrigo Janot contra as alterações que a reforma trabalhista trouxe. A PGR impugnou os seguintes aspectos:</p>
<p>Honorários periciais e sucumbenciais a serem pagos pelo beneficiário de justiça gratuita;<br />Pagamento de custas processuais por beneficiário de justiça gratuita que faltar à audiência inicial sem justificativa.<br />Leia abaixo os dispositivos impugnados:</p>
<p>&#8220;Art. 790-B. A responsabilidade pelo pagamento dos honorários periciais é da parte sucumbente na pretensão objeto da perícia, ainda que beneficiária da justiça gratuita.</p>
<p>§ 4º Somente no caso em que o beneficiário da justiça gratuita não tenha obtido em juízo créditos capazes de suportar a despesa referida no caput, ainda que em outro processo, a União responderá pelo encargo.&#8221; (NR)</p>
<p>Art. 791-A. Ao advogado, ainda que atue em causa própria, serão devidos honorários de sucumbência, fixados entre o mínimo de 5% ([…]) e o máximo de 15% ([…]) sobre o valor que resultar da liquidação da sentença, do proveito econômico obtido ou, não sendo possível mensurá-lo, sobre o valor atualizado da causa. […]</p>
<p>§ 4º Vencido o beneficiário da justiça gratuita, desde que não tenha obtido em juízo, ainda que em outro processo, créditos capazes de suportar a despesa, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos dois anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.</p>
<p>Art. 844.</p>
<p>§2º Na hipótese de ausência do reclamante, este será condenado ao pagamento das custas calculadas na forma do art. 789 desta Consolidação, ainda que beneficiário da justiça gratuita, salvo se comprovar, no prazo de quinze dias, que a ausência ocorreu por motivo legalmente justificável.&#8221;</p>
<p>No entendimento da Procuradoria, as alterações impõem &#8220;restrições inconstitucionais à garantia de gratuidade judiciária aos que comprovem insuficiência de recursos, na Justiça do Trabalho&#8221;.</p>
<p>Alterações são constitucionais<br />Em 2018, o caso começou a ser julgado pelo plenário. Naquela oportunidade, o ministro Luís Roberto Barroso, relator, entendeu que não há desproporcionalidade nas regras questionadas, uma vez que a limitação tem como objetivo restringir a judicialização excessiva das relações de trabalho.</p>
<p>Barroso explicou que essa &#8220;sobreutilização&#8221; do Judiciário leva à piora dos serviços prestados pela Justiça e prejudica os próprios empregados, dado que a morosidade incentiva os maus empregadores a faltarem com suas obrigações, buscando acordos favoráveis no futuro. &#8220;O Estado tem o poder e dever de administrar o nível de litigância para que permaneça em níveis razoáveis&#8221;, afirmou.</p>
<p>O relator, então, fixou seu entendimento nas seguintes teses:</p>
<ol>
<li>O direito à gratuidade de justiça pode ser regulado de forma a desincentivar a litigância abusiva, inclusive por meio da cobrança de custas e de honorários a seus beneficiários.</li>
<li>A cobrança de honorários sucumbenciais do hipossuficiente poderá incidir: (i) sobre verbas não alimentares, a exemplo de indenizações por danos morais, em sua integralidade; e (ii) sobre o percentual de até 30% do valor que exceder ao teto do Regime Geral de Previdência Social, mesmo quando pertinente a verbas remuneratórias.</li>
<li>É legítima a cobrança de custas judiciais, em razão da ausência do reclamante à audiência, mediante prévia intimação pessoal para que tenha a oportunidade de justificar o não comparecimento.</li>
</ol>
<p>Os ministros Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes acompanharam o entendimento do relator na tarde de hoje.</p>
<p>Alterações são inconstitucionais<br />Edson Fachin, por outro lado, votou no sentido de julgar a ação totalmente procedente e, por consequência, declarar as alterações inconstitucionais</p>
<p>O ministro sustentou que os dispositivos questionados mitigaram o direito fundamental à assistência judicial gratuita e o direito fundamental ao acesso à Justiça. Para Fachin, as restrições impostas trazem como consequência o esvaziamento do interesse dos trabalhadores em demandar na Justiça do Trabalho, tendo em vista a pouca perspectiva de retorno.</p>
<p>&#8220;Mesmo que os interesses contrapostos a justificar as restrições impostas pela legislação impugnada sejam assegurar um maior compromisso com a litigância para a defesa dos direitos sociais trabalhistas, verifica-se, a partir de tais restrições, uma possibilidade de negar-se direitos fundamentais dos trabalhadores.&#8221;</p>
<p>Este entendimento foi seguido pelo ministro Lewandowski e pela ministra Rosa Weber.</p>
<p>Entendimento intermediário<br />Para Alexandre de Moraes, não são razoáveis e, por isso, são inconstitucionais, os arts. 790-B, e § 4º, e 791-A, § 4º (sobre a responsabilidade dos honorários periciais e sucumbenciais pela parte vencida).</p>
<p>Para o ministro, não é porque a parte ganhou algum outro processo que ela se torna autossuficiente. &#8220;Simplesmente entender que, por ser vencedor em um outro processo, já o tornou autossuficiente, seria uma presunção absoluta da lei, que fere a razoabilidade&#8221;, asseverou.</p>
<p>Alexandre de Moraes afirmou que a reforma trabalhista, nestes aspectos, estipulou restrições inconstitucionais. &#8220;[a parte] Comprovou a insuficiência de recursos, foi tida como hipossuficiente, obteve a gratuidade, mas, mesmo assim, vai ter que pagar?!&#8221;, questionou o ministro.</p>
<p>Porém, o ministro entendeu ser razoável e constitucional o dispositivo do 844, §2º (aquele que impõe o pagamento de custas pelo beneficiário que faltar injustificadamente à audiência inicial).</p>
<p>A ministra Cármen Lúcia e o ministro Dias Toffoli acompanharam tal entendimento.</p>
<p>Resumo do julgamento</p>
<p>Honorários periciais devidos a beneficiário de justiça gratuita<br />A favor: Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes</p>
<p>Contra: Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Dias Toffoli.</p>
<p>Honorários de sucumbência devidos a beneficiário de justiça gratuita<br />A favor: Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes</p>
<p>Contra: Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Dias Toffoli.</p>
<p>Pagamento de custas pelo beneficiário que faltar injustificadamente à audiência inicial<br />A favor: Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Dias Toffoli.</p>
<p>Contra: Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber.</p>
<p>Fonte: https://www.migalhas.com.br/</p>
<p></p>
</div></section>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COMPLIANCE &#8211; GOVERNANÇA CORPORATIVA</title>
		<link>https://lailagomesadvogados.com.br/compliance-governanca-corporativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 19:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://www.advocacianaweb.com.br/cursos/compliance-governanca-corporativa/3/c" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" class="wp-image-228" src="https://lailagomesadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-5.png" alt="" width="481" height="487" /></a></figure>
</div>
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<p> </p>
<p></p>
</div></section>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>1º Curso Advocacia na Web</title>
		<link>https://lailagomesadvogados.com.br/1o-curso-advocacia-na-web/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2020 19:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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<p>&nbsp;</p>



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		<item>
		<title>PARA QUE SERVE O INVENTÁRIO</title>
		<link>https://lailagomesadvogados.com.br/para-que-serve-o-inventario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 12:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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<section class="av_textblock_section "  itemscope="itemscope" itemtype="https://schema.org/BlogPosting" itemprop="blogPost" ><div class='avia_textblock  '   itemprop="text" ><p>Quando uma pessoa tem bens e falece, estes serão transferidos aos seus herdeiros, ou seja, pessoas que têm direito à herança. Herdeiros podem ser classificados como necessários, colaterais e testamentários.</p>
<p>São herdeiros necessários os descendentes, os ascendentes e o cônjuge, na falta desses os herdeiros colaterais os irmãos, tios, os parentes de quarto grau, podem ser herdeiros respeitando a linha sucessória.</p>
<p>Há ainda os herdeiros testamentários,que são pessoas escolhidas pelo falecido para receber seus bens após sua morte, podendo ser qualquer pessoa que o falecido indique e não necessariamente seus parentes, respeitando que 50% da herança seja destinada aos herdeiros necessários.</p>
<p>O inventário pode ser feito extrajudicialmente em Cartório, por meio de escritura pública, ou via judicial. O inventário tem como finalidade realizar levantamento de todos os bens que o falecido possuía, bem como realizar a discriminação de todos os herdeiros, a fim de que os bens possam ser partilhados entre os sucessores.</p>
<p>Para que possa ser feito o inventário extrajudicial é necessário que os herdeiros estejam de acordo, todos sejam maiores e capazes, representados por advogados e não tenha testamento. Caso não possua esses requisitos será necessário fazer o inventário judicial.</p>
<p>O inventário é um procedimento que tem despesas, independente de ser extrajudicial ou judicial. Podemos citar o Imposto de Transmissão Causa Mortis ou Doação (ITCMD), taxas, escritura, emissão de certidões atualizadas e custos com advogados, dentre outros. Vale ressaltar que é um procedimento necessário, já que é a única forma de transferir os bens do falecido para os seus herdeiros.</p>
<p></p>
</div></section>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Home Oyster</title>
		<link>https://lailagomesadvogados.com.br/home-oyster/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[Home Oyster]]></category>
		<category><![CDATA[New Coke]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Goizueta]]></category>
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					<description><![CDATA[Roberto Goizueta foi o executivo que comandou a Coca-Cola nas décadas de 80 e 90 até seu falecimento em 1997]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<section class="av_textblock_section "  itemscope="itemscope" itemtype="https://schema.org/BlogPosting" itemprop="blogPost" ><div class='avia_textblock  '   itemprop="text" ><p>Roberto Goizueta foi o executivo que comandou a Coca-Cola nas décadas de 80 e 90 até seu falecimento em 1997. Sua gestão foi extremamente vencedora e as ações da companhia tiveram uma valorização sensacional no período.</p>
<p>Goizueta foi um inovador. Durante sua liderança, a empresa adotou a medição de resultados pelo EVA (<em>economic value-added</em>), medida que deduzia do lucro contábil o valor do custo de capital. Mais tarde, diversas outras companhias passaram a adotar metodologias similares e, em pouco tempo, o conceito tornou-se o padrão entre as grandes corporações.</p>
<p>O maior erro de Goizueta enquanto esteve à frente da Coca-Cola foi o lançamento da New Coke em 1985. A Pepsico havia iniciado uma campanha publicitária agressiva mostrando <em>blind tests</em> reais realizados no meio da rua em diversas cidades americanas. Nesses <em>blind tests</em>, a pessoa era vendada, provava um gole de coca-cola e um gole de pepsi-cola e depois era instada a dizer qual sabor preferira. A esmagadora maioria dos testes indicava uma preferência pelo sabor da pepsi-cola.</p>
<p>Goizueta entendeu que estava havendo uma mudança de gosto no consumidor e colocou em curso um projeto para alterar a fórmula da coca-cola, deixando-a mais açucarada. Nascia a New Coke.</p>
<p>A New Coke foi um fracasso tanto nas métricas mercadológicas como em relação a outros <em>stakeholders</em>: houve uma onda de processos movidos por engarrafadoras independentes além de represálias na opinião popular e recordes de reclamação nos serviços de SAC. Apenas alguns meses após o lançamento da New Coke, a fórmula original foi reintroduzida no mercado com o nome de Coca-Cola Classic. A New Coke foi descontinuada em 1992, já após ter sido rebatizada Coke II.</p>
<p>O livro <em>Blink</em> de Malcolm Gladwell faz uma análise <em>post-mortem</em> interessante do fiasco. Afinal, por que o produto concebido com base em resultados estatisticamente significativos dos <em>blind tests</em> falhou tão espetacularmente? A explicação é que os <em>blind tests</em> não refletiam a experiência de consumo da vida real. Nos primeiros goles, os consumidores de fato preferem o sabor mais açucarado, mas ele se torna enjoativo rapidamente e piora substancialmente a experiência de beber uma latinha inteira.</p>
<p>**</p>
<p>A pandemia do covid-19 e o confinamento em diversos países levou à necessidade de as empresas funcionarem com a maioria (ou a integralidade) de seus quadros em home office. O fato de boa parte das pessoas contar com plano de dados ou banda larga, além da disponibilidade de ferramentas de vídeo-call, possibilitou uma transição relativamente suave. Em geral, o home office funcionou bem.</p>
<p>Algumas empresas rapidamente anunciaram home office até o fim de 2020. Outras, mais vanguardistas, já decretaram que oferecerão a opção de home office indefinidamente aos seus funcionários. Algumas companhias já comunicaram a devolução de lajes comerciais, redimensionando seu espaço para um número menor de pessoas com postos permanentes no escritório.</p>
<p>Esse movimento tão apressado pode ser a New Coke de vários CEOs competentes e bem-sucedidos.</p>
<p>**</p>
<p>Na biografia de Steve Jobs, o escritor Walter Isaacson conta que, quando a Apple decidiu construir sua nova sede, Jobs queria apenas um conjunto de banheiros, situado no centro do enorme complexo. Segundo Jobs, o encontro aleatório de pessoas de diferentes departamentos era algo desejável e a existência de apenas um conjunto de banheiros estimularia o tráfego de funcionários e aumentaria o número desses encontros. Jobs acreditava que essas interações eram fundamentais para a geração de ideias, insumo indispensável para uma companhia inovadora como a Apple. Depois de muito trabalho dos arquitetos, Jobs foi convencido a aceitar dois conjuntos de banheiros, dadas as enormes dimensões da sede.</p>
<p>Jobs tinha razão. Muitas invenções transformadoras aconteceram por acidente, como a borracha vulcanizada e a penicilina. O autor Nassim Taleb também toca nesse ponto em seu livro <em>Fooled By Randomness</em>, postulando que o indivíduo que pega sempre o mesmo trem, rigorosamente no mesmo horário, limita a aleatoriedade em sua vida e está perdendo oportunidades de fortuitamente encontrar velhos amigos, um novo romance ou um financiador para seu novo projeto que usem trens em outros horários.</p>
<p>No home office, nada disso acontece. Não há encontros aleatórios e nem acidentes fortuitos. Portanto, as empresas que adotarem home office para sempre, ou home office para certos times certamente perderão em criatividade coletiva. Podem estar economizando despesas de aluguel no curto prazo e tornando a vida dos funcionários mais fácil, mas criam brechas para concorrentes que melhor preservem sua capacidade inovadora. Isso pode custar muito caro no longo prazo.</p>
<p>**</p>
<p>O home office funciona bem individualmente, a produtividade é muito grande, as pessoas se fecham em suas “ostras” domésticas e produzem como loucas de 8 da manhã às 8 da noite, engolindo um almoço em 15 minutos. Há a sensação de muita produção, mas a maior parte é cumprimento de processo.<br />Por outro lado, a produtividade coletiva é péssima. As reuniões virtuais são ineficientes, é mais difícil controlar os horários, há uma formalização desnecessária para todos os assuntos (“call” para tudo, mesmo para assuntos que demandariam um bate-papo de 2 minutos presencialmente). Isso tudo sem falar no quesito inovação.</p>
<p>Trabalhar em ambiente tipo “ostra” inibe a otimização do uso do cérebro. É normal terminar um vídeo-call de uma hora muito mais cansado do que após uma reunião presencial de duas horas. Num call de uma hora dentro um <em>bunker</em> de home office, o indivíduo está forçando seu cérebro a usar toda sua capacidade cognitiva em uma imagem e um som. Numa situação presencial, o cérebro despenderia energia em outras decodificações (Qual a expressão corporal de cada participante? Quem passou no corredor? Vale a pena pedir um café para acalmar os ânimos?) e operaria de forma mais equilibrada. O desequilíbrio causado pelo vídeo-call exaure o indivíduo de forma desproporcional, muito poderio cognitivo é empregado em uma situação pouco complexa. Ou seja, a produtividade coletiva à distância é fisiologicamente comprometida, mesmo que a tecnologia permita a interação.</p>
<p>Como a interação com outras pessoas é inevitável, no longo prazo o home office drenará energia de seus usuários e a sensação de alta produtividade evaporará. Exceto em equipes estritamente processuais onde a produção é majoritariamente individualizada (como por exemplo em programação computacional), os próprios funcionários que hoje dizem preferir o home office vão mudar de ideia com o tempo. Afinal de contas, somos seres sociais.</p>
<p>**</p>
<p>A experiência de quatro meses em home office é pouco representativa. Tratou-se de um período onde havia muitas incertezas ocasionadas pela pandemia e, portanto, inovação não foi uma pauta premente nas companhias. As pessoas ocuparam-se majoritariamente de processos e percebeu-se uma produtividade elevada. Mas esse é o arquétipo da conclusão precoce baseada em premissa equivocada: assim como ninguém toma apenas um gole de refrigerante, nenhuma companhia prospera (nem mesmo se mantém) apenas cumprindo processos.Sancionar home office em caráter permanente pode ser a nova New Coke.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a class="rank-math-link" href="https://brasilamazoniaagora.com.br/home-oyster/" target="_blank" rel="noopener">https://brasilamazoniaagora.com.br/home-oyster/</a></p>
<p></p>
</div></section>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Live: A Importância do Compliance durante e após a pandemia</title>
		<link>https://lailagomesadvogados.com.br/live-a-importancia-do-compliance-durante-e-apos-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 16:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia na web]]></category>
		<category><![CDATA[advogados em BH]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[juridico]]></category>
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					<description><![CDATA[As advogadas Laila Gomes e Cristiane Figueiredo, farão juntamente com o site Advocacia na Web, uma live a respeito de Compliance, no dia 22/09 às 18 horas ]]></description>
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<section class="av_textblock_section "  itemscope="itemscope" itemtype="https://schema.org/BlogPosting" itemprop="blogPost" ><div class='avia_textblock  '   itemprop="text" ></p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img class="wp-image-206" src="https://lailagomesadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-09-21-at-12.19.25-998x1024.jpeg" alt="" /></figure>
<p>Mais informações: <a class="rank-math-link" href="http://www.advocacianaweb.com.br" target="_blank" rel="noopener">http://www.advocacianaweb.com.br</a></p>
<p></p>
</div></section>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CUIDADOS NA COMPRA E VENDA DE UM IMÓVEL</title>
		<link>https://lailagomesadvogados.com.br/cuidados-na-compra-e-venda-de-um-imovel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 15:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[imóvel]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
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<div  class='hr av-av_hr-91d7ccd583a503147498e120fee2ff9b hr-default  avia-builder-el-1  el_after_av_heading  el_before_av_textblock  '><span class='hr-inner '><span class="hr-inner-style"></span></span></div>
<section class="av_textblock_section "  itemscope="itemscope" itemtype="https://schema.org/BlogPosting" itemprop="blogPost" ><div class='avia_textblock  '   itemprop="text" ><p> </p>
<p>Muitas famílias por ficarem mais tempo em caso e trabalharem em home office durante a pandemia, ocasionada pelo COVID-19, sentiram a necessidade de ter mais espaço e passaram a procurar um novo imóvel para morar.</p>
<p>Alguns investidores, também, viram a compra de um imóvel como oportunidade mais segura e estável, já que os investimentos na bolsa de valores e em renda fixa desvalorizaram nos últimos meses.</p>
<p>A compra de um imóvel exige que o comprador tome alguns cuidados para adquiri-lo, sendo importante observar alguns documentos antes de celebrar o negócio, como por exemplo:</p>
<ol>
<li><strong>Certidão de Matrícula – De Inteiro Teor, de Ônus e de Ações Reipersecutórias</strong>: essa certidão consta os dados do proprietário do imóvel, averbações realizadas na matrícula e se há empecilhos para venda, como por exemplo, alienação fiduciária, hipoteca, servidão, cláusulas de impenhorabilidade, incomunicabilidade e inalienabilidade, pode constar também a informação sobre ações judiciais que possam incidir sobre o imóvel. Essa certidão somente é validade por 30 dias.</li>
</ol>
<ul>
<li>Certidão atualizada do IPTU: tem por finalidade verificar se o imóvel possui débitos perante a Prefeitura;</li>
</ul>
<ul>
<li>Declaração de inexistência de débitos condominiais;</li>
</ul>
<ul>
<li>Certidão da justiça estadual, do trabalho e federal: para verificar a existência de ações judiciais contra o vendedor.</li>
</ul>
<p>Se o imóvel a pertencer a uma pessoa jurídica é importante tomar alguns outros cuidados, como por exemplo:</p>
<ol>
<li>Analisar o Contrato Social ou Estatuto da empresa e alterações contratuais para verificar se a pessoa que está vendendo tem poderes para alienar o bem que está em nome da empresa. Se não constar esses poderes para realizar a venda é importante requerer que o negociante apresente procuração outorgada por aqueles que têm o poder para realizar a venda;</li>
</ol>
<ul>
<li>Importante requerer as certidões citadas anteriormente tanto da empresa quanto dos sócios e as certidões:</li>
</ul>
<ol>
<li>Certidão de negativa de executivos fiscais (Federal, Estadual e Municipal);</li>
</ol>
<ul>
<li>Certidão negativa de protesto de títulos;</li>
</ul>
<ul>
<li>comprovante de situação cadastral CNPJ;</li>
</ul>
<ul>
<li>certidão negativa de tributos e contribuições federais;</li>
</ul>
<ul>
<li>certidão contra a dívida ativa da União;</li>
</ul>
<ul>
<li>certidão negativa de débitos previdenciários;</li>
</ul>
<ul>
<li>certidão de regularidade com o FGTS.</li>
</ul>
<p>Além de analisar os documentos supra mencionados e outros necessários de acordo com o caso concreto. É importante que as partes busquem o auxílio de um advogado para que celebrem um contrato que tenha cláusulas claras e transparentes sobre o negócio, constando, por exemplo, prazo para pagamento, entrega do imóvel, descrição minuciosa do bem, sanções em caso de descumprimento, entre outras, a fim de resguardar as partes e assegurar o cumprimento das obrigações.</p>
<p> </p>
<p><strong>Para maiores </strong><span style="font-weight: 600;">informa</span><strong>ções</strong> <strong>entre em contato através</strong> <strong>de nossos canais de atendimento.</strong></p>
<p></p>
</div></section>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BOLETIM DE OCORRÊNCIA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA PODE SER FEITO POR MEIO DIGITAL</title>
		<link>https://lailagomesadvogados.com.br/boletim-de-ocorrencia-de-violencia-domestica-pode-ser-feito-por-meio-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 12:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<div  class='av-special-heading av-l0kzkf9x-ff2ee1522c37c4f0fe4cd53ee7b1e61f av-special-heading-h1  avia-builder-el-0  el_before_av_hr  avia-builder-el-first  '><h1 class='av-special-heading-tag '  itemprop="headline"  >BOLETIM DE OCORRÊNCIA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA PODE SER FEITO POR MEIO DIGITAL</h1><div class='special-heading-border'><div class='special-heading-inner-border'></div></div></div>
<div  class='hr av-av_hr-91d7ccd583a503147498e120fee2ff9b hr-default  avia-builder-el-1  el_after_av_heading  el_before_av_textblock  '><span class='hr-inner '><span class="hr-inner-style"></span></span></div>
<section class="av_textblock_section "  itemscope="itemscope" itemtype="https://schema.org/BlogPosting" itemprop="blogPost" ><div class='avia_textblock  '   itemprop="text" ><p>Pensando em auxiliar as vítimas de violência doméstica, crime que vem aumentando durante a pandemia, conforme relatado no nosso artigo. O Estado de Minas Gerais, pensando nas vítimas da violência doméstica, sejam  mulheres, crianças, adolescentes, idosos ou pessoas com deficiência; possibilitou que o registro de ocorrência e o pedido de medida protetiva de urgência sejam realizados por meio da Delegacia Virtual do Estado durante a vigência do estado de calamidade pública decorrente da pandemia causada pelo coronavírus, por meio da Lei 23.644/2020.</p>
<p>Tal medida é mais um meio para que a vítima possa denunciar o agressor, já que as Delegacias e os chamados de violência para Polícia Militar para atendimento no local do fato continuam sendo realizados normalmente.</p>
<p>De acordo com a lei, o Delegado de Polícia irá ouvir a vítima preferencialmente por meio eletrônico ou telefônico.</p>
<p>A presente norma tem por objetivo dar a vítima mais um meio para que possa buscar auxílio do Estado, mesmo se  estiver confinada por causa do cornona virus. Se você é vítima de violência doméstica, não deixe de realizar a denuncia!Lembre-se que sua vida e de seus familiares podem estar em risco! Nunca é tarde para agir e recomeçar!</p>
<p>As denuncias online, podem ser feitas através da Delegacia Eletrônica, pelo link:<br /><a href="https://www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br/ssp-de-cidadao/pages/comunicar-ocorrencia/violencia-domestica/triagem-de-vitima" target="_blank" rel="noopener">https://www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br/ssp-de-cidadao/pages/comunicar-ocorrencia/violencia-domestica/triagem-de-vitima</a></p>
<p></p>
</div></section>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ESTADO DE MINAS GERAIS SANCIONA LEI QUE OBRIGA OS CONDOMÍNIOS A COMUNICAREM AOS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA PÚBLICA SOBRE  OCORRÊNCIA OU INDÍCIO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA OU FAMILIAR DE QUE VIEREM A TOMAR CONHECIMENTO</title>
		<link>https://lailagomesadvogados.com.br/estado-de-minas-gerais-sanciona-lei-que-obriga-os-condominios-a-comunicarem-aos-orgaos-de-seguranca-publica-sobre-ocorrencia-ou-indicio-de-violencia-domestica-ou-familiar-de-que-vierem-a-tomar-conhec/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laila]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 14:39:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[ameaças]]></category>
		<category><![CDATA[arma de fogo]]></category>
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		<category><![CDATA[faca]]></category>
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		<category><![CDATA[insultos]]></category>
		<category><![CDATA[ufmg]]></category>
		<category><![CDATA[violence femme]]></category>
		<category><![CDATA[xingamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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<div  class='av-special-heading av-l0kznyln-0b235eb0aadff35c6073f9aabe0185c5 av-special-heading-h3  avia-builder-el-0  el_before_av_hr  avia-builder-el-first  '><h3 class='av-special-heading-tag '  itemprop="headline"  >ESTADO DE MINAS GERAIS SANCIONA LEI QUE OBRIGA OS CONDOMÍNIOS A COMUNICAREM AOS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA PÚBLICA SOBRE OCORRÊNCIA OU INDÍCIO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA OU FAMILIAR DE QUE VIEREM A TOMAR CONHECIMENTO</h3><div class='special-heading-border'><div class='special-heading-inner-border'></div></div></div>
<div  class='hr av-av_hr-91d7ccd583a503147498e120fee2ff9b hr-default  avia-builder-el-1  el_after_av_heading  el_before_av_textblock  '><span class='hr-inner '><span class="hr-inner-style"></span></span></div>
<section class="av_textblock_section "  itemscope="itemscope" itemtype="https://schema.org/BlogPosting" itemprop="blogPost" ><div class='avia_textblock  '   itemprop="text" ><p>As medidas de isolamento social impostas pelo estado têm o objetivo de frear a evolução do vírus, que tem causado a pandemia. Apesar de serem ações necessárias, impactaram a vida familiar, repercutindo no aumento da violência doméstica.</p>
<p>De acordo com pesquisa realizada pela UFMG, “casos de violência doméstica podem ter aumentado em todo o Brasil com o período de isolamento social. 6,7% dos entrevistados disseram que passaram, pela primeira vez, em seus lares, por xingamentos, insultos, empurrões, espancamento e ameaças com arma. 20,4% falaram que sofreram agressões mais uma vez e 8,7% disseram que as agressões foram mais intensas agora” <sup><a href="#sdendnote1sym"><sup>i</sup></a></sup>. A Pró-Reitoria do Centro de Extensão da UFMG ainda “relatou que as denúncias de agressões e abusos aumentaram em 17% em alguns estados, de acordo com a secretaria Nacional de Políticas para Mulheres”².<sup><a href="#sdendnote2sym"><sup>ii</sup></a></sup></p>
<p>Diante do aumento dos casos de violência doméstica e da dificuldade da vítima em denunciar, muitas vezes por essa estar todo o tempo com o agressor, ações de auxílio foram necessárias. O Estado de Minas Gerais, em 22 de maio de 2020, sancionou a Lei 23643/2020, que obriga os síndicos e administradores responsáveis pelos condomínios residenciais localizados no estado a comunicar à Polícia Civil ou à Polícia Militar de Minas Gerais a ocorrência, ou o indício de ocorrência, nas dependências do condomínio, de violência doméstica e familiar contra mulher, criança, adolescente ou idoso, de que vierem a ter conhecimento.</p>
<p>A comunicação realizada aos órgãos de segurança deve conter informações que permitam a identificação da vítima e do autor do ato de violência e será realizada por meio dos canais disponibilizados pelos órgãos de segurança pública para recebimento de denúncias de crimes.</p>
<p>Passa a ser obrigatória a fixação, nas áreas de uso comum dos condomínios residenciais, de cartazes, placas ou comunicados, que informem sobre o disposto na presente lei e que incentivem os condôminos a notificar o síndico ou o administrador da ocorrência, ou do indício de ocorrência, de violência doméstica e familiar contra mulher, criança, adolescente ou idoso nas dependências do condomínio.</p>
<p>Também, a referida lei prevê que a obrigação do síndico ou administrador de realizar a denuncia irá perdurar enquanto durar o estado de calamidade pública decorrente da pandemia de Covid-19, previsto no Decreto nº 47.891, de 20 de março de 2020.</p>
<p>É importante que toda a população se conscientize e realize denúncias quando tiver conhecimento de que há uma vítima da violência doméstica, tal procedimento pode salvar vidas.</p>
<p></p>
</div></section>]]></content:encoded>
					
		
		
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